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Sabedoria de Deus – Loucura no Mundo

Uma das passagens da bíblia, que acho mais linda e cheia de ensinamento é a seguinte:

” O SENHOR apareceu a Salomão, num sonho noturno, e lhe disse: “Pede o que desejas e eu te darei”.
 
Salomão respondeu: “Tu mostraste grande benevolência para com teu servo Davi, meu pai, porque ele andou na tua presença com fidelidade, justiça e retidão de coração para contigo. Tu lhe conservaste esta grande benevolência e lhe deste um filho para se sentar no seu trono, como é o caso hoje. Agora, SENHOR, meu Deus, fizeste reinar o teu servo em lugar de Davi, meu pai. Mas eu não passo de um adolescente, que não sabe ainda como governar. Teu servo está no meio do teu povo eleito, povo tão numeroso que não se pode contar ou calcular. Dá, pois, a teu servo, um coração obediente, capaz de governar teu povo e de discernir entre o bem e o mal. Do contrário, quem poderá governar este teu povo tão numeroso?”
 
Este pedido de Salomão agradou ao SENHOR.
 
Deus disse a Salomão: “Já que pediste estes dons e não pediste para ti longos anos de vida, nem riquezas, nem a morte de teus inimigos, mas sim sabedoria para praticar a justiça, vou satisfazer o teu pedido. Dou-te um coração sábio e inteligente, de modo que não houve igual antes de ti, nem haverá depois de ti. E dou-te também o que não pediste: as riquezas e a glória, de tal modo que não haverá teu igual entre os reis durante toda a tua vida. E se andares nos meus caminhos e observares os meus preceitos e mandamentos, a exemplo de Davi, teu pai, eu te darei uma longa vida”. I Reis 3, 5-15.
 

Refletindo em cada palavra do trecho acima, confesso que fico impressionada com o comportamento de Salomão e constato o quão importante é ser manso e humilde de coração, para se experimentar a magnitutide de Deus. 

Trazendo este acontecimento para os nossos dias, me pergunto: Se Deus, hoje, aparecesse para cada um de nós, seja em sonho ou pessoalmente, ou ainda de uma outra maneira, e nos fizesse a mesma pergunta: ” Pede o que desejas e eu te darei” , qual seria a nossa resposta? Como e onde estaria o nosso coração para que pudéssemos responder a Deus?  Estão os nossos anseios baseados nas questões materiais ou espirituais? Infelizmente, ouso dizer, que a grande maioria das pessoas fariam pedidos relacionados a riquezas, glórias e vaidades terrenas. Estão tão ligadas ao materialismo exarcebado, que sequer desejariam por exemplo: paz, saúde, cura, libertação, entendimento, sabedoria, discernimento, perdão, salvação, vida eterna, etc…

Estamos tão imersos nos conceitos capitalistas, que sinalizar qualquer posição em relação a vida espiritual nessa altura do campeonato, soa como grande loucura para a sociedade. Uma grande perda de tempo.  E é justamente para essas horas que penso tanto em Salomão e em seu coração tão cheio da sabedoria de Deus.

Para Refletir…

O Que Faremos com o Nosso Coração?

 
«Os corações das crianças são orgãos delicados. Um princípio cruel neste mundo pode deformá-los e imprimir-lhes formas estranhas.
O coração de uma criança pode encolher de modo a ficar duro e rugoso como o caroço de um pêssego. Ou pode crescer e dilatar-se até se transformar em algo de insuportável para trazer dentro do corpo, facilmente irritado e magoado pelas coisas mais insignificantes.»


No peito de cada um de nós há um coração moldado pela vida. Há os que o guardam palpitante como um pássaro e os que o esqueceram por terem deixado de o sentir. Entre os chamados «corações de pedra» e «corações de manteiga», há tantos e tantos corações diferentes que de formas diferentes vão moldando outros!


Há corações incendiados e corações de gelo, corações de leão e corações de pássaro, corações de ouro e corações de chumbo. Há mesmo bons e maus corações.


Por vezes ouvimos dizer de alguém que «não tem coração». É preciso nunca acreditar. Pode estar tão apertado como um buraco negro, mas está lá. Talvez precise apenas de ser alimentado.


Há corações que transportam privações de séculos e parecem nunca atingir a saciedade e há os que transbordam como fontes inesgotáveis.


Que coração trazemos em nós? Que coração palpita dentro de quem cruza o nosso caminho em cada dia? Como atingirei o coração do meu irmão? E se numa qualquer guerra da vida alguém tiver perdido o seu, poderemos ajudar a procurar, a tentar encontrá-lo? E se o encontrarmos, saberemos transportá-lo nas mãos, sem o ferir, e pousá-lo no peito a que pertence?


Que faremos com o nosso coração?»

 

Henrique Manuel, em “Mas há Sinais”
 
Fonte: Extraído do Blog – Abrigo dos Sábios de Paulo Costa (http://abrigodossabios-paulo.blogspot.com/)

Entrevista com Deus

…..
“Sonhei que tive uma entrevista com Deus.
Então, você gostaria de me entrevistar? Deus perguntou.
Se o Sr. tiver tempo, eu disse.
Deus sorriu. Meu tempo é a eternidade…
Quais as questões que você tem em mente para mim?
O que O surpreende mais na humanidade?
Deus respondeu: Que eles se aborrecem com a infância, se apressam para crescer e
depois desejam ser crianças novamente.
Que eles perdem sua saúde para juntar dinheiro e depois perdem seu dinheiro para
recuperar sua saúde.
Que por pensarem ansiosamente no futuro, eles esquecem o presente,
de tal maneira que eles não vivem nem o presente, nem o futuro.
Que eles vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se nunca tivessem vivido.
Deus colocou sua mão na minha e ficamos silenciosos por um tempo.
Então eu perguntei: Como um Pai, quais seriam algumas das lições que o Sr. gostaria que seus
filhos aprendessem?
Que aprendessem que eles não podem obrigar ninguém a amá-los. Tudo o que eles podem
fazer é se deixarem amar.
Que eles aprendessem que não é bom se comparar aos outros. Pois cada um é único e
especial.
Que eles aprendessem a perdoar, praticando o perdão.
Que eles aprendessem que são necessários apenas poucos segundos para abrir feridas
profundas naqueles que eles amam, mas podem ser necessários muitos anos para cicatriza-
las.
Que eles aprendessem que uma pessoa rica não é aquela que tem mais, mas é aquela que
necessita menos.
Que eles aprendessem que há pessoas que os amam profundamente, mas simplesmente ainda
não sabem como expressar ou mostrar seus sentimentos.
Que eles aprendessem que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-la
diferentemente.
Que eles aprendessem que não é suficiente que se perdoem uns aos outros, mas que eles
também devem perdoar a si mesmos.
Obrigado pelo seu tempo, eu falei humildemente e perguntei: há ainda alguma coisa que o Sr.
gostaria que suas crianças soubessem?
Deus sorriu e disse: Somente que saibam que eu estou aqui SEMPRE.”

 

Ouvi essa mensagem ontem no fim da tarde e fiquei pensando o quanto uma mensagem tão curta, de uma conversa de apenas poucos minutos, pode ser tão profunda.

Muitas vezes gastamos tanto tempo na busca de respostas, complicando tanto as situações e deixamos de perceber que na grande maioria das vezes as respostas são bem mais simples e legíveis do que poderíamos imaginar. Nos detemos em questões vãs por simplesmente não querer olhar pra dentro de nós mesmos. Fugindo da realidade, criamos situações de absurdo e caos e tudo passa a ter o sentido deslocado, invertido, incompreendido.

Voltei ao quarto das memórias, procurando entre um retrato e outro, entre uma prateleira aqui e uma gaveta acolá, etapas nas quais poderia ter me saído melhor e cheguei a conclusão de que por muitas vezes deixei momentos importantes passarem despercebidos por estar deliberadamente envolvida em situações menos significativas.

Olho pra trás e vejo que sim, fiz e talvez ainda faça, muitas das coisas que deveria evitar fazer ou não ter feito. Quantas vezes desejei deixar de ser criança, na ânsia por ser adulta, e hoje querer toda a inocência e descompromissos da infância de volta; Quantas vezes me ocupei com o futuro criando expectativas demasiadas e não vivi o presente; Quantas vezes relevei minha saúde em função de trabalho; Quantas vezes me comparei com os outros e tentei mudar quem eu sou para me parecer mais com eles do que comigo mesma! Quantas vezes quis perdoar alguém, mas não me perdoei….e acabei nem perdoando e nem sendo perdoada. Deixei de dar o beijo de adeus em alguém muito especial, por simplesmente não poder parar o que estava fazendo e saber que jamais terei a oportunidade de fazê-lo. Não me despedi de quem mais amava na hora em que ele se foi e não pude lhe dizer o quanto ele era importante pra mim: meu chão, meu céu, meu ar…

Sei que o tempo não volta atrás e o meu único consolo é saber que independentemente do quanto ele dure, posso escolher mudar o meu jeito de ver a vida e de vivê-la a partir de hoje, do presente. E por mais que eu saiba que mudanças são fáceis somente na teoria, tentarei fazer o meu melhor e me orgulho de saber que não estarei sozinha, já que Deus estará comigo aonde eu estiver. É hora de parar de correr atrás das borboletas e começar a cuidar do jardim…

Aprendi

Recebi o texto abaixo há algum tempo de um dos meus cunhados. Lembro-me que na época ele me foi muito útil e me fez refletir bastante a respeito do momento que eu estava vivendo. Acabei fazendo algumas inclusões no texto e resolvi postá-lo aqui na certeza de que será muito valioso para os que o lerem.

“Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguem posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência para que a vida faça o resto

Aprendi que não importa o quanto certas coisas sejam importantes  para mim, tem gente que não dá a mínima e eu jamais consiguirei convencê-las.

Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos.

Aprendi que posso usar meu charme por 15 minutos… mas depois disso preciso saber do que estou falando.

Eu aprendi que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso pelo resto da vida.

Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continuará a ter duas faces …. e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.

Aprendi que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser e devo ter paciência.

Mas aprendi também que posso ir além dos limites que eu própria coloquei.

Aprendi que eu preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlada por eles.

Que heróis são pessoas que fazem o que devem fazer  “naquele momento” independentemente do medo que sentem.

Aprendi que perdoar exige muita prática e que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isto.

Aprendi que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.

Aprendi que posso ficar furiosa, tenho o direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel.

Que jamais posso dizer a uma criança que seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso.

Eu aprendi que meu melhor amigo pode me machucar de vez em quando e que eu tenho que saber perdoá-lo por isso pois eu também posso machucá-lo de vez em quando e ser merecedor do perdão dele.

Mas que não é o bastante ser perdoado pelos outros…. eu preciso me perdoar primeiro.

Aprendi que não importa o quanto o meu coração esteja sofrendo…. o mundo não vai parar por causa disso.

Eu aprendi que as circunstâncias da minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando adulto.

Aprendi que numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando não quero me envolver, pois não a coisa pior do que ficar em cima do muro e ser omisso com alguém, alguma situação ou alguma verdade.

Que quando duas pessoas discutem não significa que elas se odeiem, e quando duas pessoas não discutem, não significa que elas se amem.

Aprendi que, por mais que eu queira proteger meus filhos, eles vão se machucar algumas vezes e eu também me machucarei com eles, mas isso faz parte da vida e do amadurecimento deles.

Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.

Aprendi também que diplomas na parede e títulos em um curriculum não me fazem mais respeitável ou mais sábio.

Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido quando usadas sem sentimento verdadeiro.

E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos.

Aprendi que certas pessoas vão embora de nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre.

Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

Com esta mensagem, aprendi que tenho ainda muito a aprender e aprender sempre.”

 O texto original segundo fontes pesquisadas é de William Shakespeare

TODO O TEMPO DO MUNDO?

Vivemos em um mundo extremamente dinâmico. Toda a nossa vida gira em torno de horários e compromissos, serviços e obrigações. De minuto em minuto vamos adequando nossas rotinas ao tempo disponível para realizar nossas tarefas.

Para tudo o que é feito e tudo o que precisa ser feito existe um tempo determinado. Existe a hora de trabalhar, a hora de estudar, o tempo de ser criança, o tempo de ser adulto, a hora de assumir responsabilidades, a hora de descansar, a hora de dormir, a hora de acordar. E falando em acordar, precisamos literalmente acordar para a vida! É hora de refletir, é tempo de mudar!

Cada um de nós, quando nasceu, recebeu um relógio muito especial. Um relógio tão especial, que o de ninguém é igual ao do outro. Um relógio exclusivo que não conta apenas as horas, os minutos e os segundos. Este relógio valioso marca na verdade o mais importante de todos os tempos, o tempo da nossa própria vida!

Todos nós, cada um à sua maneira e com os seus próprios dons, fomos chamados à vida para realizar uma missão. Missão esta, totalmente pessoal e intransferível, e que não pode ser esquecida, ser simplesmente deixada de lado devido às distrações com as coisas do mundo, pois seremos cobrados por tê-la realizado ou não.

Sendo assim, vocês devem estar se perguntando, mas como posso realizar alguma coisa, se eu não sei o que ela é? E mais, como serei cobrado por não ter realizado aquilo que eu não conheço e que não me foi revelado? Essa é a grande questão: a nossa missão nos foi entregue no mesmo dia em que o relógio da vida. Ela foi gravada, como uma mensagem codificada, no interior deste relógio, e é somente através do perfeito funcionamento e sincronismo do pulsar do relógio, que conseguiremos compreender e decodificar a mensagem e a própria missão.

O tão precioso relógio da vida é o nosso coração! Diferente dos relógios comuns que apenas marcam as horas, os minutos e os segundos, ele marca tudo aquilo que vivemos com o passar dos anos, registrando detalhadamente, o que fizemos de bom e de mau. É dentro dele que está guardada a nossa missão e o verdadeiro sentindo que cada um de nós precisa imprimir na sua vida e na vida daqueles que estão a nossa volta.

Cada batida que ele dá, é uma batida a menos que teremos para realizar aquilo que é esperado de nós. Ele veio programado com um número determinado de batidas. Este número, ao contrário da missão, não nos foi revelado, pertence a Deus, o Senhor de todas as coisas. Quando suas batidas chegarem ao fim, tudo estará consumado! Nada mais poderá ser feito. Tudo aquilo que fomos e que vivemos estará registrado dentro dele para todo o sempre e será através dele, do nosso coração, que Deus saberá exatamente o quanto fizemos, em que momento paramos e o porquê dispersamos.

É por isto, que agora mais do que nunca, é tempo de refletir e de mudar de vida! É tempo de olhar para trás e ver quantas batidas já foram desperdiçadas. É tempo de correr atrás do prejuízo. É hora de acabar com o atraso. É tempo de realinhar os ponteiros, pois afinal de contas, NÃO temos todo o tempo do mundo…

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