Posts Tagged ‘Pecado’

A vinda de Jesus está próxima

Alguns pensam que todas as profecias se realizaram na primeira vinda de Jesus, mas a verdade é que muito do que foi dito no Antigo testamento ainda não se realizou. Em sua primeira vinda, o Senhor não chegou com poder. Estendo os braços soberanamente. Isso era feito por reis e generais da época que voltavam vitoriosos de uma batalha e traziam reféns e tesouros do povo vencido, frutos da conquista. Ao contrário, Jesus, em sua primeira vinda, chegou humilde, simples, pobre, nascido em uma manjedoura; porém agora virá como Rei, como Soberano.

Jesus ainda não retornou para aniquilar seus inimigos, como Rei, como Senhor, porque está esperando nossa conversão, mas certamente logo entrará em ação e vencerá. Seus inimigos pensam que poderão destruí-lo ao anunciar um outro Cristo, mas tenhamos a certeza de que o vencedor é Jesus – que nasceu, viveu e morreu por nós; em obediência a seu Pai, deu todo seu sangue para nossa salvação. A cruz de Cristo não é fracasso, e sim vitória, salvação.

Somos a geração bem aventurada que realizará o “acabamento” à obra de Deus. Se é um privilégio construir os alicerces de uma casa, quem dirá dar o acabamento. Para isso é que fomos escolhidos, portanto, não devemos temer, e sim nos sentir honrados.

O Senhor quer que nós e as pessoas que amamos rompam com o pecado. Esta é a maneira de nos prepararmos para a vinda de Jesus, que já está próxima.

Do livro – Caminho para a santidade de Mons. Jonas Abib

Existe um Mistério

“Existe um mistério dentro do homem, que, por um lado, deseja e tem uma imensa saudade de Deus e do amor, e é isso que no fundo nos define, nós somos esse desejo de infinito. Mas, por outro lado, o envolvimento imediato, a pressa, a ansiedade, o pecado, todas estas coisas desordenadas dentro de nós próprios, parece que afogam a nossa identidade mais essencial.”

Vasco Pinto de Magalhães, em “Onde há crise, há esperança”

Extraído do Blog  – Seguir Jesus  -  de Paulo Costa

A GRANDE TRIBULAÇÃO

O Senhor declara: “Pois o Filho do Homem virá com seus anjos na glória do seu Pai; e, então, retribuirá a cada um segundo a sua conduta” (Mt 16,27).

 

Jesus teve uma vida pública e nela anunciou que deveria sofrer muito por parte dos anciãos, dos sumos-sacerdotes e dos escribas, ser morto e no terceiro dia ressuscitar. Assim como a vida pública de Cristo desembocou no julgamento, condenação, paixão, morte e ressurreição, a vida da Igreja vai desembocar na mesma situação dolorosa. Jesus não permaneceu na morte: conforme prometeu, ao terceiro dia, ressuscitou glorioso. O mesmo acontecerá com a Igreja: ela está seguindo os passos de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A Igreja não é algo aéreo e também não se resume ao Papa e aos bispos. Não, a Igreja somos todos nós. O Santo Padre e os bispos são a nossa hierarquia, aqueles que nos governam, mas o corpo da Igreja somos nós. Esta é a Igreja que passará por esse caminho de cruz. Eu sei que isso o atemoriza e o enche de ansiedade, mas é preciso anunciar agora, para que nos momentos difíceis você não perca a fé, a fortaleza e não volte atrás.

Eu sei que você fica receoso e até se pergunta: “Será que isso é doutrina da Igreja?” Está no Catecismo da Igreja Católica (CIC) este presente de João Paulo II para nós, Igreja:

“Antes do advento de Cristo, a Igreja deve passar por uma provação final que abalará a fé de muitos crentes. A perseguição que acompanha a peregrinação dela na terra desvendará o ‘mistério da iniquidade’ sob a forma de uma impostura religiosa que há de trazer aos homens uma solução aparente aos seus problemas, à custa da apostasia da verdade” (CIC, 675).

O próprio Catecismo da Igreja Católica nos alerta para essa realidade dolorosa:
“A Igreja só entrará na glória do Reino através desta Páscoa derradeira em que seguirá seu Senhor na sua Morte e Ressurreição” (CIC, 677).

Acontecerá uma impostura religiosa. O anticristo aparecerá como alguém bom que fará a proposta de ser o governador do mundo inteiro. E apresentará às pessoas a possibilidade de solucionar os grandes problemas que angustiam a humanidade: fome, habitação, desemprego, saúde, desigualdade, entre os povos…

Momentaneamente, o sistema que ele vai querer impor trará solução para os problemas e muitas pessoas vão aplaudi-lo. Terá a arrogância de se mostrar como Deus e se assentar no trono, no meio do Templo, no coração da Igreja, para ser adorado como tal.

A Igreja e o Cristianismo serão acusados de intolerância, de discriminação. Será dito que o Cristianismo, com a noção de pecado, trouxe às pessoas o sentimento de culpa, especialmente em relação ao sexo. Vai-se acusar a Igreja de, em sua história, ter causado a diferença entre os povos e, por consequência, todo tipo de intolerância, ódio, guerras, miséria. O Cristianismo e a Igreja serão o “bode expiatório”.

É terrível, mas muita gente vai se deixar levar por essa argumentação e achar que realmente o Cristianismo é intolerante, discriminatório e que a noção de pecado foi o que atrapalhou tudo e todos. Deus está nos dando a graça de dizer, antecipadamente, que tudo isso será mentira, a fim de que ninguém caia nessa impostura, da qual nos fala o Catecismo da Igreja Católica:

“[…] A impostura religiosa suprema é a do anticristo, isto é, a de um pseudomessianismo, em que o homem se glorifica a si mesmo em lugar de Deus e do seu Messias que veio na carne” (CIC, 675).

Não sabemos quando, mas temos certeza de que isso vai acontecer e os sinais dos tempos mostram que está próximo! Também não se conhece a maneira como serão transformados este mundo e os nossos corpos, mas serão renovados. Deus prepara para você uma nova morada. Aguente firme!

Trecho do livro Céus Novos e uma Terra Nova de monsenhor Jonas Abib

Monsenhor Jonas Abib escreveu “Céus Novos e uma Terra Nova” em 1997.

Para Refletir…

Mensagem do Dia

Segunda-Feira, 19 de outubro 2009

A graça de dar o perdão

Todos nós pecamos e precisamos do perdão de Deus. Ele quer tocar o nosso coração para nos abrirmos à graça do perdão. Porque, se não perdoarmos, não seremos perdoados.

‘Sede misericordiosos como vosso Pai é misericordioso. Não vos arvoreis em juizes, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; absolvei, e sereis absolvidos, dai e vos será dado. É uma boa medida, socada, sacudida, transbordante, que derramarão nas dobras da vossa veste, pois a medida de que vos servis, servirá também de medida para vós’ (Lc 6, 36-38).

Se perdoamos, seremos perdoados; se condenamos, seremos condenados; se julgamos, seremos julgados.

Quando não perdoamos, fechamos o coração, e acabamos nos fechando a tudo: nos fechamos ao amor e ao perdão.

Tanto quanto Deus é amor, é também perdão. Deus quer sempre perdoar. Se não conseguimos enxergar isto, é porque estamos com o coração fechado.

Deus o abençoe!

Seu irmão,

Monsenhor Jonas Abib

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