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MENSAGEM DO DIA
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Seja fiel ao que Deus lhe pede
Nós trazemos a graça da ressurreição para nossas famílias quando fazemos a vontade de Deus, por mais difícil que seja. Foi o que aconteceu comigo. Pela vocação, tive de “deixar” minha casa e o Senhor mudou tudo na minha família. Ele foi fiel!
As vocações são diferentes: uns saem para seguir o chamado de Deus. Outros ficam para realizar a missão que Deus lhes confia. Minha vocação foi sair de casa para enfrentar o seminário e hoje ser padre. Mas, se a sua vocação é ficar na sua casa como pai e como mãe de família você precisa realizá-la e bem. Saiba: a ressurreição virá à sua casa e as coisas serão transformadas, como aconteceu na minha casa. Deus Pai cuidou e cuida da minha família. O Senhor nos fez importantes um para o outro, por sermos irmãos. Feliz é aquela família na qual Deus está e se faz presente.
Eu coloquei o pouco que eu tinha nas mãos de Deus e Ele o multiplicou. Ele devolveu o cêntuplo a mim e a minha família. Pelos meus irmãos e irmãs, pelo meu pai e minha mãe eu só posso dar graças a Deus. Ele ainda me deu uma família tão vasta como as areias da praia do mar: toda a Canção Nova e uma multidão de pessoas que me têm como pai. O Senhor cumpre Suas promessas. Agradeço por aquilo que Ele fez a partir do meu “sim”.
Seja fiel ao que o Senhor lhe pede; com certeza, Ele também será fiel a você.
O céu é o prêmio para todos os que seguem corajosamente a própria vocação. Este é o prêmio definitivo. O Senhor, porém, não espera que cheguemos lá para receber a recompensa. Pelo contrário, Ele mesmo nos promete o cêntuplo ainda nesta vida.
(Trecho do livro “Vocação: um desafio de amor” de monsenhor Jonas Abib)
Monsenhor Jonas Abib
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Falta-nos coragem para trilhar o caminho que nos leva à felicidade

Hoje, a Palavra de Deus nos foi dirigida com carinho, mas também com responsabilidade. Antes de nos debruçarmos como pesquisadores da Palavra, precisamos fazer a experiência com ela, pois a Palavra de Deus nos conduz a uma resposta concreta: estar com Ele ou contra Ele.
Na leitura, Jesus nos dá uma ordem que precisa ser obedecida: “Ouvi a minha voz, assim serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; e segui adiante por todo o caminho que eu vos indicar para serdes felizes (Jeremias 7,23). É importante termos consciência da aliança que estamos fazendo com Deus e que ela está de acordo com a iniciativa d’Ele.
Todos nós queremos ser felizes, o que nos falta é coragem para trilhar o caminho que nos leva à felicidade. A proposta de felicidade começa no ouvido. Preste atenção e veja como a palavra ouvida tem por destino o coração que nos faz obedecer a Cristo.
Se os seus ouvidos estão acostumados aos barulhos das novelas, a sua felicidade vai ternimar no último capítulo. Daí, você tem de ir para outra novela para ter novos momentos de felicidade. Mas hoje somos chamados a educar nossos ouvidos e nosso coração. Porém, na leitura de hoje também vemos que o povo não quis ouvir o Senhor: “Mas eles não ouviram e não prestaram atenção; ao contrário, seguindo as más inclinações do coração, andaram para trás e não para a frente” (Jeremias 7,24).
Quantos de nós estamos vendo nossas famílias caminhar para trás e experimentamos em nossa própria carne a regressão dqueles que amamos! Diga-me o que você escuta, o que a sua casa escuta, que eu lhe digo se estão andando para frente ou para trás. O povo escolheu ficar surdo, tampar os ouvidos para não ouvir as Palvras da verdade. Andar para trás é ver que o casamento está acabando, que a intimidade com os filhos está regredindo. Por isso o Senhor nos diz: “Esta é a nação que não escutou a voz do Senhor, seu Deus, e não aceitou correção” (Jeremias 7,28). Isso é muito grave, porque tudo o que ouvimos vai ao nosso coração.

“Se os seus ouvidos estão acostumados aos barulhos das novelas, a sua felicidade vai ternimar no último capítulo”
Se não abrirmos os nossos ouvidos, começamos a engolir coisas que não nos deixam andar para frente. Ouvido aberto com coração fechado não adianta nada. Abra coração para fazer essa experiência, porque a palavra que cai num coração fechado, é palavra jogada ao vento.
Cristão que vem para a Igreja, mas a Palava não chega ao seu coração, volta para casa vazio.
Que o Senhor nos cure de nossa surdez, da surdez de nosso coração. Há pessoas que escutam uma briga na casa do vizinho, mas não escutam o Senhor que está falando dentro de sua própria casa.
Sabe quando uma família começa a se dividir? Quando ninguém mais se escuta dentro desta casa, quando o pai ou a mãe tem de gritar. Quando um coração está perto, falamos baixo, mas quando o coração está longe, nós gritamos. Estou falando dos gritos que agridem, de palavras que, quando ditas aos gritos, machucam o coração. Quanta família destruída, porque o marido esqueceu-se de descobrir sua esposa a cada dia.
Se os seus ouvidos estão sendo treinados com porcaria, você não vai ouvir a voz de Deus, porque Ele não vai gritar com você; ele vai falar com carinho até mesmo na hora de lhedizer ‘não’.
Hoje, Deus nos propõe uma aliança. Quer estar com Ele? Então, aprenda a ouvi-Lo.
Extraído de www.cancaonova.comTranscrição e adaptação: Michelle Mimoso …..
A vinda de Jesus está próxima
Alguns pensam que todas as profecias se realizaram na primeira vinda de Jesus, mas a verdade é que muito do que foi dito no Antigo testamento ainda não se realizou. Em sua primeira vinda, o Senhor não chegou com poder. Estendo os braços soberanamente. Isso era feito por reis e generais da época que voltavam vitoriosos de uma batalha e traziam reféns e tesouros do povo vencido, frutos da conquista. Ao contrário, Jesus, em sua primeira vinda, chegou humilde, simples, pobre, nascido em uma manjedoura; porém agora virá como Rei, como Soberano.
Jesus ainda não retornou para aniquilar seus inimigos, como Rei, como Senhor, porque está esperando nossa conversão, mas certamente logo entrará em ação e vencerá. Seus inimigos pensam que poderão destruí-lo ao anunciar um outro Cristo, mas tenhamos a certeza de que o vencedor é Jesus – que nasceu, viveu e morreu por nós; em obediência a seu Pai, deu todo seu sangue para nossa salvação. A cruz de Cristo não é fracasso, e sim vitória, salvação.
Somos a geração bem aventurada que realizará o “acabamento” à obra de Deus. Se é um privilégio construir os alicerces de uma casa, quem dirá dar o acabamento. Para isso é que fomos escolhidos, portanto, não devemos temer, e sim nos sentir honrados.
O Senhor quer que nós e as pessoas que amamos rompam com o pecado. Esta é a maneira de nos prepararmos para a vinda de Jesus, que já está próxima.
Do livro – Caminho para a santidade de Mons. Jonas Abib
Mensagem do Dia
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Deus tem o Controle de Todas as Coisas

Se, infelizmente, nessas horas sua primeira reação é parar de rezar, faça justamente o contrário: abra o coração, louve, adore o Senhor, porque Ele está acima de todos os seus problemas. Ele está no controle de todas as situações.
Muitas vezes, pensamos que Deus perdeu o controle da situação; assim como chegamos a perder o controle do carro, da vida financeira, da nossa família, da educação dos filhos, achamos que o Senhor acaba perdendo o controle da situação.
Ficamos tão atribulados com os acontecimentos que esquecemos que o Senhor tem o controle de todas as coisas. O que acontece é que Deus é amor e respeita nossa liberdade. Mas mesmo respeitando, Ele não nos perde de vista e sabe que mais cedo ou mais tarde nos achegaremos a Ele.
Livro: combatentes na alegria
Monsenhor Jonas Abib
O Caminho da Reconciliação

Pregar a reconciliação num mundo como o nosso, onde o rancor e a vingança vão ganhando espaço nos corações, é uma grande e difícil tarefa! Na maioria das vezes o gosto é amargo, mas não é impossível!
Reconciliação significa realizar um acordo entre as partes numa comum unidade e entendimento.
Porém, o verbo grego tem uma força de expressão maior: indica a passagem de um estado para outro.
Apresento aqui duas formas de reconciliação: Com Deus e com os irmãos (pai, mãe, filhos, amigos, cônjuges, vizinhos…). A reconciliação com Deus é sempre necessária e urgente. Reconciliar-se com o Senhor, deixar-se fazer novamente amigo d’Ele! Experimentar a misericórdia de d’Ele, deixar que Ele exercite em mim a Sua misericórdia!
Na verdade, todos nós necessitamos de misericórdia. Necessitamos dela por causa das nossas grandes responsabilidades, assim como por causa da nossa fraqueza e miséria moral. Mal podemos dar três passos sem errar algum.
Aprendamos a usar o caminho privilegiado da reconciliação, que é o sacramento da confissão, como sinal sagrado instituído por Cristo para perdoar os pecados mortais e para incrementar a graça santificante.
Também podemos falar a Deus, quando nosso coração está pesado e sem motivação; quando estamos tristes ou preocupados. São atos simples, que podem ser feitos em qualquer lugar e que mantêm a nossa alma orientada para o Senhor. Eles nos preparam para uma boa e sincera recepção do sacramento da Penitência.
A reconciliação com nossos irmãos é essencial. É a oração do Pai-Nosso: “Perdoai-nos assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Com certeza, não haveria verdadeira reconciliação com Deus se não houvesse um perdão sincero pelas faltas dos nossos próximos. Olhando para a Parábola do Filho Pródigo (cf. Lc 15, 1ss), a atitude do filho mais velho é altamente significativa. Ele também tinha necessidade de se reconciliar com o coração de seu pai. Apesar de estar fisicamente próximo, espiritualmente estava muito longe e precisava da misericórdia do Pai.
Podemos dizer que o filho mais velho descobre a misericórdia do Pai vendo a misericórdia deste para com seu irmão. Faz-se, por assim dizer, participante da misericórdia do Pai.
Se hoje você enfrenta esse grande desafio interior de perdoar, creia e dê o passo. Perdoar e se reconciliar é experimentar um pouco de Deus! Sentir o gosto bom da presença d’Ele em nós! É a sensação de vitória, de bem-estar por ter vencido um obstáculo…É vivência de uma obra nova dentro de nós!
Tenha a disposição interior de perdoar e depois disso, dê um passo, faça um gesto concreto.
Perdoar é libertação para o coração, para a alma. Não tenha medo!
Texto de Paulo Vítor – Extraído do Site da Canção Nova
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Mensagem do Dia

O único temor que devemos ter é de não sermos do Senhor
O único temor que devemos ter é de não sermos do Senhor “Esperamos, ó Cristo, Vossa Vinda gloriosa!” Deus quer que vivamos assim, neste estado de vigilância, de prontidão, que não é medo nem receio. Que sejamos como aquele servo que está alegre porque o Senhor está voltando. Ele está chegando. E porque ele O ama, alegra-se com a volta d’Ele.
Em geral, nós, cristãos, católicos, infelizmente temos medo da volta do Senhor. No entanto, isso não deve ser assim de modo algum. Bem sabemos que, quando o Senhor voltar, se completará plenamente a redenção: a plena redenção e salvação nossa, do mundo inteiro, de toda a humanidade. E não apenas isso: Ele vai trazer a plena redenção à Terra, a este Universo que Ele mesmo criou.
Tudo será resgatado, redimido, levado à plenitude e Jesus será infinitamente glorificado. A vinda do Senhor é realmente algo glorioso. Muitas vezes, olhamos apenas o aspecto de que Ele vai julgar. Sim, Ele também virá julgar; mas se você é do Senhor não deve temer nada. Você é d’Ele, pertence a Ele. Faz parte da família e cortejo d’Ele, daqueles que vão glorificar a vitória de Jesus.
Portanto, nós não precisamos temer. O nosso único temor é o de não sermos do Senhor. É o de não estarmos preparados. É o de dissiparmos o tempo, – que temos agora –, vivendo como os pagãos: buscando somente prazeres, dinheiro, conforto e solidez para os dias que virão; guardando em poupanças humanas em vez de investirmos no Reino de Deus. Isso você deve temer. Mas, a volta do Senhor, não!
Para os que são do Senhor, a volta d’Ele é alegria. Ele virá glorioso. Ele virá para ser glorificado e levar para a glória aqueles que Lhe pertencem. Então os motivos são de alegria e não de pesar, medo ou receio.
Deus o abençoe!
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib
QUESTÃO DE TEMPO
O que é o tempo para vc? Com certeza já ouvimos muitas afirmativas a respeito de tempo: “Tempo é dinheiro”, “Não tenho tempo para isto”, “É tempo de vacas magras”, “Em tempo real”, “Todo tempo do mundo”, “O tempo apaga tudo”, “Tempo de Mudar”… E com toda certeza sempre é tempo de mudar, pra melhor, diga-se de passagem!
Numa análise rápida, será que sabemos administrar o tempo em nossas vidas? Ou pelo menos sabemos tirar proveito do tempo disponível que temos? Não sei se todos nós sabemos, acredito que a maioria não, mas este é um exercício que devemos procurar praticar diariamente.
A cada dia estamos cada vez mais envolvidos com nossas rotinas diárias: trabalho, escola, família, lazer, esportes, cultura, descanso, e ainda sim deixamos pra trás tantas e tantas coisas importantíssimas pelas quais daríamos todo nosso esforço para ter mais “tempo” e poder realizá-las.
Vinte e quatro horas já não são suficientes para muitos. Algumas pessoas não podem nem mais ter o privilégio de uma boa noite de sono, porque precisam deste tempo para realizar coisas que ao longo do dia não foi possível. Para
outros, porém, estas mesmas vinte e quatro horas são uma eternidade, pois não conseguem fazer em todo tempo disponível algo produtivo e prazeroso.
E no frigir dos ovos mais uma afirmativa: “Tempo (definitivamente) é questão de prioridade!” Precisamos priorizar a Deus, a vida, a alma, a verdade, a justiça, o perdão, a felicidade, as relações, as amizades, a família, a humildade, o momento, o tempo em si.
BUSCAR O QUE É ESSENCIAL
Passamos a nossa vida inteira em busca de respostas. Na inquietude de ir sempre além e de saber o porquê das coisas, é que galgamos todo nosso aprendizado. Através da curiosidade e do impulso do testar e comprovar, do agir e reagir, do tocar e sentir, do tentar e conseguir, nós vamos definindo nossos limites e fronteiras fazendo da vida uma busca infinita de informações e experiências.
Na ânsia de encontrar as respostas, muitas vezes, nos abstemos do momento presente uma vez que ora nos prendemos nos acontecimentos passados, ora na fermentação hipotética dos acontecimentos futuros, deixando assim a realidade evaporar com o calor do tempo. Transformamos a vida numa caçada grotesca, na qual como caçadores mercenários, deslocamos o valor das coisas e das pessoas, a partir do momento em que colocamos “preço”, peso e medida em tudo e todos.
Considerando que tudo passa a ter um valor relativo, em detrimento do valor absoluto e imutável, geramos cada vez mais lacunas, as quais nos induzem contraditoriamente, ao distanciamento daquilo que inicialmente buscávamos conhecer.
Desviando o foco, distraímo-nos aqui e ali, perdendo completamente a direção do caminho, a ponto de nem sabermos mais para onde estávamos indo. E assim, por mais respostas que encontremos, por mais informações que acumulemos, por mais experiências que vivamos, sempre estaremos incompletos e insatisfeitos.
Muitas pessoas realmente se sentem perdidas em suas próprias vidas. Mesmo que tenham família, casa para morar, alimento para comer, estudo, trabalho, lazer, ainda assim, se sentem completamente desconfortáveis na própria pele. Têm tudo e ao mesmo tempo o nada.
Faz-se urgente entender que podemos até trilhar milhões de caminhos, podemos participar de bilhões de acontecimentos e formular trilhões de perguntas, mas somente uma nos é necessária: “Quem sou eu?”
Nada no mundo é, nem nunca será capaz de preencher a nossa essência a não ser Deus, pois Ele Próprio é a nossa verdadeira essência. Somente nos sentiremos completos no momento em que compreendermos que a resposta da pergunta que passamos a vida inteira tentando responder é a mais fácil de todas de ser encontrada.
Somos a imagem e semelhança Daquele que nos criou, e, portanto, sendo a obra-prima de Suas mãos, somente encontraremos a felicidade, a paz, a definição absoluta de nosso ser, no momento em que fundirmos nossa alma na presença Daquele que é o Senhor de todas as coisas, o Senhor da Vida!