Posts Tagged ‘Conversão’

A vinda de Jesus está próxima

Alguns pensam que todas as profecias se realizaram na primeira vinda de Jesus, mas a verdade é que muito do que foi dito no Antigo testamento ainda não se realizou. Em sua primeira vinda, o Senhor não chegou com poder. Estendo os braços soberanamente. Isso era feito por reis e generais da época que voltavam vitoriosos de uma batalha e traziam reféns e tesouros do povo vencido, frutos da conquista. Ao contrário, Jesus, em sua primeira vinda, chegou humilde, simples, pobre, nascido em uma manjedoura; porém agora virá como Rei, como Soberano.

Jesus ainda não retornou para aniquilar seus inimigos, como Rei, como Senhor, porque está esperando nossa conversão, mas certamente logo entrará em ação e vencerá. Seus inimigos pensam que poderão destruí-lo ao anunciar um outro Cristo, mas tenhamos a certeza de que o vencedor é Jesus – que nasceu, viveu e morreu por nós; em obediência a seu Pai, deu todo seu sangue para nossa salvação. A cruz de Cristo não é fracasso, e sim vitória, salvação.

Somos a geração bem aventurada que realizará o “acabamento” à obra de Deus. Se é um privilégio construir os alicerces de uma casa, quem dirá dar o acabamento. Para isso é que fomos escolhidos, portanto, não devemos temer, e sim nos sentir honrados.

O Senhor quer que nós e as pessoas que amamos rompam com o pecado. Esta é a maneira de nos prepararmos para a vinda de Jesus, que já está próxima.

Do livro – Caminho para a santidade de Mons. Jonas Abib

Deus Existe! Eu Encontrei-O!

  

[andre+frossard.jpg]

André Frossard? Ele próprio conta a sua história num livro intitulado “Deus Existe. Eu Encontrei-o.” Este livro deu a volta ao mundo inteiro e suscitou entusiasmo e desprezo. Como sempre! Há quem veja e há quem não queira ver; há quem ouça e há quem não queira ouvir. Não há por que nos admiremos.

André Frossard era o filho do primeiro secretário do Partido Comunista Francês: a sua família era ateia e afastada de toda a problemática religiosa. Observa com fina ironia: «Na nossa casa, nem por distracção se aflorava o assunto “religião”. Éramos ateus perfeitos, daqueles que nunca se interrogam sobre o seu ateísmo.»

No entanto, aos vinte anos de idade, André Frossard tem um extraordinário e inefável encontro com Deus. Ele começa assim o relato memorável do encontro com Deus:

«Agora, acontece que, por um acaso extraordinário, conheci a verdade sobre a mais debatida das causas e sobre o mais antigo dos problemas: Deus existe. E eu encontrei-o!
Encontrei-o por combinação – antes deveria dizer: por acaso, se o acaso tivesse algo a ver com esta espécie de aventura. – Encontrei-o com o assombro e aturdimento de quem, ao virar a esquina habitual da costumada rua de Paris, visse diante dos olhos, em vez da praça e do cruzamento de todos os dias, um mar inesperado que se estende até ao infinito, lambendo com as suas ondas as paredes das casas. Um momento de espanto que ainda dura. Nunca me habituei à existência de Deus.»

Ele prossegue assim o relato da sua experiência:

«Ás cinco e dez de uma tarde (era o dia 8 de Julho de 1937), entrei numa capela do bairro latino de Paris para procurar um amigo e saí às cinco e um quarto, com um amigo que não era deste mundo. Entrei céptico e ateu (…) e mais que céptico e ateu, entrei indiferente e tão preocupado com outras coisas do que com um Deus que eu nem sequer pensava em negar (…)

Em pé junto da porta, busquei com o olhar o meu amigo e não consegui reconhecê-lo (…)
O meu olhar passa da sombra à luz, retorna aos fiéis, sem ir atrás de nenhum pensamento, vai dos fiéis às religiosas imóveis, das religiosas ao altar e, depois, não sei porquê, detém-se na segunda vela que arde à esquerda da cruz. Não na primeira nem na terceira: na segunda. E, então, de repente, desencadeia-se uma série de prodígios que com inexorável violência desmontará num instante o ser absurdo que eu sou, para dar vida ao rapaz estupefacto que nunca fui.
Primeiro surgem-me estas palavras “vida espiritual.”
Não ditas nem formadas por mim próprio. Ouvidas como se fossem pronunciadas ao meu lado em surdina por uma pessoa que está a ver o que eu ainda não vejo. (…)

Logo que a última sílaba deste prelúdio sussurrado atinge o fio da consciência, começa uma avalancha ao contrário. Não digo que o céu se abre; não se abre, atira-se, eleva-se de repente, silenciosa fulguração(…) Um cristal indestrutível, de uma transparência infinita, de uma luminosidade quase insustentável (um pouco mais ter-me-ia aniquilado) e azulada, um mundo, outro mundo de um esplendor e de uma densidade que atiram de chofre o nosso para as sombras frágeis dos sonhos irrealizados. (…)

 

Há uma ordem, no universo, e no cume, para lá deste véu de neblina resplandecente há a evidência de Deus (…) Um Deus cuja doçura sinto, uma doçura activa, desconcertante, que vai além de toda violência, capaz de quebrar a pedra mais dura e, mais duro ainda que a pedra, o coração humano.
A sua irrupção transbordante e total, é acompanhada por uma alegria que é a exultação de quem foi salvo, a alegria do náufrago que foi recolhido a tempo.(…)
Estas sensações, que tenho dificuldade de traduzir na linguagem inadequada das ideias e das imagens, são simultâneas (…)

Tudo é dominado pela presença (…) daquele cujo nome nunca poderei escrever sem o receio de ferir a sua ternura, aquele diante do qual tive a sorte de ser um filho perdoado, que se esforça para aprender que tudo é dom.

Então, uma oração comovida sela o relato da conversão de Frossard:
«Amor [Deus], para falar de ti será demasiado curta toda a eternidade»

Depois de escrever este relato André Frossard apercebe-se da enormidade das suas palavras e apressa-se a precisar:

«Não nego o que uma conversão como esta, pela sua característica de instantaneidade imprevista, pode ter de chocante e até inadmissíevl, para os espíritos contemporâneos que preferem as vias do racionalismo aos raios místicos e que apreciam cada vez menos as intervenções do divino na vida quotidiana.»

Extraído do Blog: Conhecer e Seguir Jesus – de Paulo Costa

……………..

DEUS ACIMA DE TUDO

 

“Senhor, eu vos escolho acima de tudo, acima da saúde, das riquezas, das dificuldades, das honras, dos elogios, da ciência, das consolações, das esperanças, dos desejos. Acima até mesmo das graças e dons, que poderei receber em vós. Em resumo, escolho-vos acima de todas as criaturas, que não são vós, ó meu Deus. Qualquer graça que me dais, sem vós não me é suficiente. Eu quero só a vós e nada mais!”

Santo Afonso de Ligório

 

Extraído: Blog de Luzia Santiago – Canção Nova: www.luziasantiago.com

Siga-me no Twitter

Twitter

Assuntos